Arquivos Fabio Betti - Corall Consultoria

Fabio Betti

Há muito pela frente!

Dia 21 de junho, solstício de inverno, foi o dia mais curto do ano para nós que habitamos o Hemisfério Sul. Foi, portanto, também a noite mais longa. E para nós da Corall, nossos clientes, parceiros e familiares queridos que…

Nosso molho secreto: interação e integração

Interação e integração
As empresas perdem muito tempo e dinheiro tentando consertar as pessoas porque no fundo elas ainda acreditam que são máquinas. O modo complexo é recursivo. É baseado em aprendizagem contínua, em experimentação, interação e integração no que está ou não funcionando, sem julgamento de certo ou errado. É ótimo, porque funciona muito melhor. Mas dá trabalho, muito trabalho.

Comunicação é a chave: Hi-Tech, Hi-Touch

Comunicação é a chave: Hi-Tech, Hi-Touch Por Fabio Betti Salgado para Revista HSM Disclaimer: Postei, em vários grupos no Facebook e no Linkedin, um pedido de ajuda para a identificação de histórias de comunicação das empresas com seus colaboradores em situações-limite, como as crises que precisam gerenciar e os processos de fusão e aquisição. Silêncio. Ou a comunicação não está de fato fazendo diferença nessas situações a ponto de ter boas histórias para contar ou está impedida de contá-las. Usando meus contatos, descobri que existem, sim, histórias interessantes sobre o novo papel estratégico da área de comunicação interna – como ainda é chamada a área de comunicação com colaboradores na maior parte das organizações. No entanto, há uma subordinação da área de comunicação interna à comunicação externa, que foi quem, em última instância, esquivou-se de minhas solicitações. A alegação? Não associar o nome da empresa a problemas. (Tente o leitor imaginar o racional por trás de tal lógica, na medida em que as empresas em questão já estão com seus nomes devidamente associados aos respectivos desafios, e o olho que tudo vê do Google não as deixa esconder.) O comportamento antitransparência é um sintoma claro de que essas empresas ainda estão presas a um tipo antiquado de gestão, ligada aos princípios da modernidade, sobretudo no que se refere à liderança e ao controle. Empresas pós-modernas agiriam de modo bem diferente: aproveitariam justamente as situações-limite para reforçar uma cultura em que os colaboradores são de fato relevantes, reconhecendo-os como seu ativo mais precioso. Elas o fariam adotando um posicionamento de transparência — o contrário do que praticam as empresas que silenciaram diante do meu chamado. A comunicação interna (CI) não é mais uma mera geradora de notícias oficiais da empresa. Ela se transformou em uma articuladora de redes de conversas. Se seu objetivo antes […]
unriyo